Juazeiro-do-brasil
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
O vasto acervo de biodiversidade planetária abriga esta espécie instigante, cujas particularidades anatômicas enriquecem profundamente o estudo sistemático das Angiospermas. O renomado botânico Émile Auguste Joseph De Wildeman publicou sua descrição formal no ano de 1921, consolidando definitivamente seu status dentro do gênero Celtis.
A biologia de desenvolvimento desta planta revela marcantes adaptações silviculturais próprias de seu clado, formando uma estrutura lenhosa resistente com densa folhagem. A geometria e a organização espacial de seus caules sustentam um sistema de captação de energia luminosa altamente produtivo.
As estruturas reprodutivas costumam surgir através de inflorescências especializadas, que posteriormente dão origem a pequenos frutos carnosos, vitais para a propagação biológica da espécie. A fisiologia foliar e as nervuras conspícuas fornecem valiosos indicadores morfológicos para os pesquisadores e ecólogos botânicos.
A escolha da nomenclatura desta planta presta uma merecida homenagem a um proeminente naturalista, seguindo uma tradição muito respeitosa na taxonomia biológica internacional. O uso do epíteto botânico bequaertii sinaliza uma forte ligação histórica com as expedições científicas conduzidas pelo eminente zoólogo e botânico Joseph Charles Bequaert.
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Celtis gomphophylla
Árvore de grande porte nativa da África Subsaariana, Madagascar e Comores.
Celtis madagascariensis
Árvore caducifólia de pequeno porte pertencente à família Cannabaceae e endêmica de Madagascar.
Celtis aurantiaca
Espécie de árvore decídua nativa da Ásia Oriental, notável por suas folhas de formato peculiar.