Juazeiro-do-brasil
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
A paisagem florestal da Ásia Oriental é adornada pela Celtis koraiensis, uma árvore caducifólia imponente pertencente à família botânica Cannabaceae. Encontrada predominantemente em altitudes que variam dos 100 aos 1.500 metros, esta espécie integra-se perfeitamente nas estepes e florestas secas da sua vasta região nativa.
Com uma estrutura robusta, a planta pode atingir até 15 metros de altura ao longo do seu desenvolvimento. A sua flexibilidade ecológica permite-lhe prosperar em solos ligeiramente ácidos a alcalinos, destacando-se como uma espécie termófila que também demonstra considerável tolerância a períodos de geada.
O tronco da Celtis koraiensis é revestido por uma casca cinzento-escura, ao passo que os ramos jovens ostentam uma coloração castanho-clara. Numa fase inicial, os ramos apresentam pubescência, tornando-se mais tarde glabros e pontilhados por pequenas lenticelas elípticas. Os gomos de inverno, de tonalidade castanha, exibem dimensões que rondam os 2 a 4 milímetros.
As folhas desenvolvem-se sustentadas por pecíolos curtos e revelam lâminas com 7 a 12 centímetros de comprimento e um formato arredondado-oval. A base da folha varia entre arredondada e subcordata, culminando num ápice acuminado. As margens são intensamente dentadas, enquanto a superfície superior é de um verde-acinzentado escuro e desprovida de pelos.
Os frutos consistem em drupas globoso-elipsoides que atingem entre 1 e 1,3 centímetros, adquirindo uma coloração laranja-escura no seu pico de maturação. Estas estruturas frutíferas crescem em pedicelos delicados e protegem um caroço interior firme e ovóide-elíptico.
As inflorescências manifestam-se em pleno vigor durante a primavera, enquanto os frutos alcançam a maturação inicial nos meses de outono.
A exploração comercial da madeira proveniente da Celtis koraiensis é um fenómeno muito invulgar e restrito a nichos específicos. No entanto, a nível local, o seu tronco sólido tem servido ao longo do tempo como matéria-prima para a confeção de equipamentos rurais elementares e lenha.
No que diz respeito aos frutos, as pequenas bagas alaranjadas destacam-se por serem comestíveis. Servem primariamente de sustento à avifauna e a pequenos mamíferos do seu habitat, mas também constam em registos esporádicos de forrageamento alimentar humano.
O ciclo reprodutivo desta árvore é caracterizado por um complexo sistema de dormência mecânica e fisiológica das suas sementes. Para que a germinação das sementes ocorra de modo viável nas estações mais favoráveis, a espécie depende crucialmente de um longo processo natural de estratificação a frio no solo invernal.
Pesquisas laboratoriais avançadas comprovaram que a dormência pode ser eficazmente suprimida através da combinação de temperaturas alternadas e da aplicação exógena de ácido giberélico (GA3), maximizando as taxas de sucesso na propagação controlada.
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Celtis gomphophylla
Árvore de grande porte nativa da África Subsaariana, Madagascar e Comores.
Celtis madagascariensis
Árvore caducifólia de pequeno porte pertencente à família Cannabaceae e endêmica de Madagascar.
Celtis aurantiaca
Espécie de árvore decídua nativa da Ásia Oriental, notável por suas folhas de formato peculiar.