Juazeiro-do-brasil
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
A Celtis pacifica firma sua presença nos anais da taxonomia botânica como uma espécie documentada originalmente em 1848 pelo respeitado naturalista Jules Émile Planchon. Inserida no clado da família Cannabaceae, a planta reflete a imensa diversidade morfológica e a ampla radiação evolutiva que caracterizam as espécies deste grupo silvestre.
As investigações científicas focadas nestes exemplares exigem frequentemente a observação minuciosa de pequenos detalhes estruturais. A identificação precisa no ambiente natural depende da análise das ramificações e do formato foliar, atributos essenciais que ajudam a delinear as fronteiras genéticas dentro do gênero Celtis.
As folhas desta espécie apresentam inconfundivelmente as características típicas do gênero, entre as quais se destaca uma base de leve a fortemente assimétrica. A nervação foliar é geralmente trinervada e se estende de forma marcante pela superfície da folha. Ao longo dos anos, o crescimento forma um hábito denso, de arbustivo a arbóreo, com uma copa finamente ramificada.
A reprodução ocorre por meio de flores muito pequenas com simetria radial, que surgem predominantemente nos ramos novos e frescos. A partir delas, desenvolvem-se após algum tempo pequenas drupas carnosas. Quando estas caem maduras, são consumidas por animais de hábitos terrestres ou aves, que assim dispersam as sementes duras.
A descrição científica desta espécie remonta a 1848, tornando-a um táxon historicamente estabelecido na literatura botânica inicial.
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Celtis gomphophylla
Árvore de grande porte nativa da África Subsaariana, Madagascar e Comores.
Celtis madagascariensis
Árvore caducifólia de pequeno porte pertencente à família Cannabaceae e endêmica de Madagascar.
Celtis aurantiaca
Espécie de árvore decídua nativa da Ásia Oriental, notável por suas folhas de formato peculiar.