Juazeiro-do-brasil
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Originária das exuberantes florestas oceânicas, a Celtis salomonensis destaca-se pela sua adaptação insular. O naturalista Karl Heinz Rechinger foi o responsável pela primeira descrição científica desta espécie em 1913. A árvore integra a diversa família Cannabaceae, marcando presença significativa na flora da Oceania.
O isolamento geográfico moldou características peculiares em muitas espécies desta região. Esta árvore de grande porte compõe o dossel florestal local, oferecendo abrigo e recursos biológicos. O gênero Celtis demonstra uma notável capacidade de colonizar territórios dispersos pelo globo.
A estrutura morfológica reflete o padrão das árvores tropicais de grande desenvolvimento. O tronco cilíndrico sustenta uma ramificação densa, com folhas tipicamente assimétricas na base e venação proeminente. A folhagem densa adapta-se perfeitamente para capturar a luz em ambientes florestais competitivos.
Os frutos maduros consistem em pequenas drupas, possuindo uma camada externa carnuda e um endocarpo duro. Estas drupas atraem aves e mamíferos frugívoros da região. A polinização anemófila é complementada por mecanismos eficientes de dispersão de sementes.
O nome da espécie, salomonensis, indica claramente a sua distribuição nativa nas Ilhas Salomão. A expedição botânica que levou à sua descoberta revelou a incrível riqueza endêmica deste arquipélago. O isolamento destas ilhas contribuiu para a evolução de espécies únicas que não ocorrem em nenhum outro continente.
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Celtis gomphophylla
Árvore de grande porte nativa da África Subsaariana, Madagascar e Comores.
Celtis madagascariensis
Árvore caducifólia de pequeno porte pertencente à família Cannabaceae e endêmica de Madagascar.
Celtis aurantiaca
Espécie de árvore decídua nativa da Ásia Oriental, notável por suas folhas de formato peculiar.