Juazeiro-do-brasil
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Descrita formalmente para a ciência no ano de 1914 pelo pesquisador Auguste Chevalier, a Celtis scotellioides integra o gênero botânico Celtis dentro da família Cannabaceae. Indivíduos deste gênero são frequentemente reconhecidos por sua importância estrutural nos ecossistemas em que ocorrem, contribuindo ativamente para a dinâmica florestal local. A documentação desta espécie reflete o esforço contínuo de catalogação da diversidade florística global.
Os membros do gênero Celtis compartilham traços evolutivos e estruturais comuns, desenvolvendo-se geralmente sob a forma de árvores ou grandes arbustos. Suas folhas, alternas e frequentemente caducas, apresentam uma assimetria característica na base do limbo, bem como uma nervação distinta. Essas adaptações foliares permitem uma fotossíntese ideal em diversos ambientes luminosos.
O sistema vascular e a arquitetura caulinar são robustos, com uma casca que pode se tornar rugosa ou apresentar excrescências cortiçosas ao longo do tempo. A reprodução é assegurada por uma floração discreta que dá origem a pequenas drupas esféricas, dotadas de um caroço duro e uma fina camada de polpa comestível para a fauna.
O registro e a descrição científica original da espécie Celtis scotellioides datam do início do século XX, marcando um importante avanço nas identificações taxonômicas botânicas da época.
Celtis brasiliensis
Árvore ou arbusto caducifólio nativo de diversas regiões da América do Sul.
Celtis gomphophylla
Árvore de grande porte nativa da África Subsaariana, Madagascar e Comores.
Celtis madagascariensis
Árvore caducifólia de pequeno porte pertencente à família Cannabaceae e endêmica de Madagascar.
Celtis aurantiaca
Espécie de árvore decídua nativa da Ásia Oriental, notável por suas folhas de formato peculiar.