Almaceiro-de-estigma-tubular (Celtis solenostigma)

Celtis solenostigma: Características Botânicas e Habitat

Originária das regiões tropicais, a espécie arbórea pertencente à família Cannabaceae compõe a flora endêmica das florestas da África Ocidental. Descrita cientificamente no início do século XX por Unwin, esta planta faz parte de um gênero amplamente distribuído pelo mundo, sendo reconhecida por sua importância biológica nos habitats nativos.

Seu desenvolvimento ocorre principalmente em ecossistemas florestais úmidos, onde atua na composição do dossel. Como representante do gênero Celtis, compartilha características anatômicas típicas do grupo botânico.

Taxonomia

  • царство Plantae
  • divisão Tracheophytes (Plantas vasculares)
  • subdivisão Spermatophytes (Plantas com sementes)
  • Angiosperms
  • mesangiosperms
  • eudicots
  • Superrosids
  • rosids
  • ordem Rosales
  • família Cannabaceae (Canabáceas)
  • gênero Celtis (Trazteira)
  • espécie Celtis solenostigma (Almaceiro-de-estigma-tubular)

Morfologia

Os representantes deste grupo botânico caracterizam-se pelo porte arbóreo e pelo desenvolvimento de estruturas foliares com nervuras bem marcadas. As características morfológicas detalhadas desta planta estão diretamente associadas às adaptações climáticas necessárias para a sobrevivência nos estratos florestais africanos.

O sistema reprodutivo envolve a formação de pequenas inflorescências discretas, seguidas por frutos adaptados à dispersão natural por animais. A estrutura do tronco e a ramificação da copa refletem os padrões de crescimento típicos das madeiras tropicais.

Fatos interessantes

A história científica e a classificação taxonômica de Celtis solenostigma incluem vários detalhes históricos notáveis. Esses elementos destacam a evolução contínua do nosso conhecimento botânico global:

  • Uma publicação fundacional: A árvore foi formalmente descrita pelo pesquisador A.H. Unwin em 1920 em sua obra West African Forests and Forestry, um livro importante para a compreensão silvicultural do continente africano.
  • Uma reclassificação filogenética: Assim como outros membros do seu gênero, esta espécie foi por muito tempo vinculada à família Ulmaceae antes que novas análises de DNA a reclassificassem definitivamente na família Cannabaceae.

Fontes

  • Plants of the World Online (POWO)
  • Global Biodiversity Information Facility (GBIF)
  • Tropicos

Informação técnica

Bancos de dados externos: GBIF, POWO, Tropicos

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