Simaba de folhas lisas de três pares
Subespécie arbustiva nativa do Cerrado brasileiro e regiões vizinhas, caracterizada por folhas glabras e pecíolos avermelhados.
Esta espécie arbustiva ou arbórea pequena habita diversas regiões da América do Sul. Descoberta e descrita pelo botânico Adolf Engler, destaca-se por sua ocorrência em biomas específicos do Brasil, Paraguai e Argentina.
A vegetação exibe características típicas de áreas de transição ecológica. Sua presença é documentada principalmente em ecossistemas do Cerrado e da Mata Atlântica.
A morfologia vegetativa destaca-se pela ausência de tricomas em seus ramos e folhas, justificando o epíteto específico glabra. Apresenta folhas alternas e compostas, com folíolos de consistência subcoriácea.
As inflorescências são terminais, reunindo pequenas flores pentâmeras de coloração esbranquiçada ou amarelada. O fruto é do tipo drupa, contendo polpa escassa e uma única semente.
Estudos farmacológicos em espécies do gênero apontam para a presença de metabólitos secundários como os quassinoides. Essas substâncias possuem propriedades biológicas de interesse para a pesquisa médica e farmacêutica.
O gênero a que pertence é amplamente reconhecido pelo sabor extremamente amargo de suas cascas e raízes. Esta característica serve como uma defesa natural contra herbívoros nos habitats tropicais.
Subespécie arbustiva nativa do Cerrado brasileiro e regiões vizinhas, caracterizada por folhas glabras e pecíolos avermelhados.
Variedade de Simaba glabra com folíolos assimétricos e completamente lisos.
Variedade de Simaba glabra caracterizada por folíolos com ápice emarginado.