Torreia-chinesa
Torreya grandis
A Torreya grandis é uma conífera rara e milenar, endêmica da China. Conhecida como um …
Os registros paleobotânicos do Eoceno Médio revelam a existência de uma conífera ancestral que habitou a região central do Oregon, nos Estados Unidos. A espécie foi identificada a partir de sementes fossilizadas preservadas em depósitos de sílica e carbonato de cálcio. Esses achados fornecem dados cruciais para a compreensão da distribuição histórica da família Taxaceae na América do Norte.
As sementes fósseis apresentam uma morfologia fusiforme e simetria bilateral característica, com extremidades ápices e bases pontiagudas. O comprimento total varia entre 19,5 e 20,8 milímetros, enquanto a largura se situa entre 10,7 e 11,3 centímetros com base nos espécimes descritos.
A análise detalhada da estrutura externa revela os seguintes aspectos diagnósticos:
A espécie foi batizada pelo paleobotânico Steven R. Manchester em 1994, com base em fósseis coletados na famosa Formação Clarno. O holótipo está depositado na coleção do Museu de História Natural da Flórida.
Os sedimentos onde os espécimes foram encontrados sugerem um antigo ecossistema de delta lacustre ou áreas afetadas por inundações periódicas e fluxos de lama vulcânica com atividade de fontes termais.
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