Árvore de poro duplo torreióide
Uma espécie extinta de conífera da família Taxaceae, conhecida através de registros fósseis da América do Norte.
Descobertas paleontológicas no estado do Oregon, nos Estados Unidos, revelaram a existência do gênero extinto Diploporus. Este táxon representa um elemento intrigante da flora que habitava a região durante a época do Eoceno Médio, há cerca de 44 milhões de anos.
Os fósseis associados a essa planta foram documentados na famosa Formação Clarno. Esses achados fornecem pistas cruciais sobre a evolução e a distribuição geográfica histórica das coníferas pertencentes à família Taxaceae.
Os registros fósseis preservados em depósitos vulcaniclásticos indicam que as estruturas reprodutivas eram altamente especializadas. Os espécimes descritos consistem principalmente em frutos e sementes carbonizados, que exibem uma morfologia única de dispersão.
O gênero foi oficialmente descrito pelo paleobotânico Steven R. Manchester em sua monografia de 1994 sobre a flora de Clarno Nut Beds. Esta publicação é considerada um dos trabalhos mais abrangentes sobre sementes fossilizadas do Eoceno.
A Formação Clarno, onde os fósseis foram coletados, é mundialmente famosa pela extraordinária preservação tridimensional de tecidos vegetais delicados. Isso permite aos cientistas estudar a anatomia interna das sementes de Diploporus quase com o mesmo detalhe de plantas vivas.
Uma espécie extinta de conífera da família Taxaceae, conhecida através de registros fósseis da América do Norte.
Bancos de dados externos: GBIF
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