Picrasma-japonesa
Árvore de folhas caducas nativa da Ásia temperada, famosa por seu sabor amargo e propriedades inseticidas.
Composto por árvores e arbustos nativos de regiões temperadas a tropicais da Ásia e das Américas, este táxon destaca-se pela forte configuração de substâncias amargas em seus tecidos vegetativos. Diversas espécies pertencentes a este táxon apresentam grande relevância tanto ecológica quanto etnobotânica em seus habitats naturais.
Os indivíduos vegetam preferencialmente em florestas úmidas e encostas montanhosas bem drenadas. A casca cinzenta ou avermelhada dessas plantas constitui uma de suas características diagnósticas mais evidentes no campo.
Crescem como arbustos ou árvores de médio porte que atingem até 20 metros de altura sob condições favoráveis de desenvolvimento. Os ramos jovens são frequentemente glabros e marcados por lenticelas lineares conspícuas.
As folhas são alternas e compostas imparipinadas, formadas por 9 a 15 folíolos dispostos de maneira oposta ou suboposta ao longo do ráquis. Apresentam estípulas decíduas ou persistentes na base do pecíolo, o que constitui uma característica incomum para a família.
As inflorescências axilares do tipo tirso contêm pequenas flores unissexuais ou poligâmicas com 4 ou 5 sépalas e pétalas. Os frutos desenvolvem-se como drupas globosas carnudas que adquirem coloração avermelhada a preta quando maduras.
A casca de várias espécies, especialmente a de Picrasma excelsa, é amplamente comercializada para a extração de quassina, uma substância amarga utilizada como inseticida natural e na fabricação de bebidas. Na medicina popular, infusões e extratos são empregados no combate a distúrbios digestivos e febres.
A madeira leve e fácil de trabalhar encontra aplicação na marcenaria local para a fabricação de pequenos objetos e caixas. Algumas espécies também são cultivadas como ornamentais em parques devido à coloração outonal de suas folhas.
A presença de compostos amargos nos tecidos da planta funciona como um mecanismo natural de defesa contra o ataque de herbívoros e insetos fitófagos.
A dispersão das sementes é feita principalmente por aves frugívoras, atraídas pela coloração contrastante das drupas maduras contra a folhagem.
Árvore de folhas caducas nativa da Ásia temperada, famosa por seu sabor amargo e propriedades inseticidas.
Árvore nativa da Mata Atlântica conhecida por suas propriedades amargas e madeira medicinal.
A Picrasma excelsa é uma árvore nativa do Caribe e da Venezuela, famosa por produzir quassina, um dos compostos mais …
Árvore de folhas pinadas nativa do sul da China e do Tibete, utilizada tradicionalmente por suas propriedades medicinais.
Espécie de árvore da família Simaroubaceae nativa das florestas tropicais da Ásia.
Espécie arbórea nativa de regiões montanhosas asiáticas, conhecida por seus estames longos e compostos químicos amargos.
Sinônimos do táxon: Aeschrion, Picraena
Brucea
Gênero botânico da família Simaroubaceae, com espécies amplamente utilizadas na medicina tradicional asiática e africana.
Castela
Castela é um gênero de plantas da família Simaroubaceae, composto principalmente por pequenos arbustos e …
Simarouba
Gênero de árvores tropicais americanas da família Simaroubaceae com importantes propriedades ecológicas e comerciais.
Eurycoma
Pequenas árvores perenifólias do Sudeste Asiático, notórias por incluir a espécie comumente chamada de Tongkat …